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Friday, January 15, 2016

O poder da Internet das Coisas

Comumente chamada de Internet of Things (IoT ou Internet das Coisas), esta nova realidade é impulsionada pela convergência de dispositivos cada vez mais conectados, economia de dados e computacional, e a proliferação e aceleração da análise de Big Data e da nuvem. Esta mudança na tecnologia está gerando oportunidades sem precedentes para os setores públicos e privados no mundo, para desenvolver novos serviços, melhorar a produtividade e a eficiência, melhorar a tomada de decisões em tempo real, solucionar problemas críticos de colaboração e desenvolver novas e inovadoras experiências para os usuários.

Esta sem dúvidas é uma transformação drástica que modifica a visão de sistemas isolados para dispositivos que funcionam interconectados através da Internet e que podem trabalhar em rede e se comunicar entre si e com a nuvem.

Temos inúmeras soluções possíveis de uso. Para ilustrar podemos citar um sistema simples, o monitor do ritmo cardíaco vestível que executa um monitoramento baseado em algumas condições e utiliza um único sensor para capturar um único tipo de dado com uma gateway para alertar o consultório do médico. Como exemplo de sistema complexo, temos os alertas de manutenção que são transmitidos através de streaming de dados de sensores múltiplos e inúmeros sistemas de algoritmos computacionais em uma gateway que estará nos painéis de controle para ajudar a construção inteligente da tomada de decisões gerenciais.
Temos 2 aplicações distintas com níveis de soluções distintas mas ambas com grande impacto no mercado e no ponto de vista dos usuários finais.

Uma base de IoT começa com conectividade, capacidade de administração e segurança. Os componentes físicos da solução são dispositivos EDGE (BORDA), GATEWAYS, REDES e NUVENS PÚBLICAS e PRIVADAS. Um modelo de interoperabilidade de dados suporta a transferência de dados entre componentes da IoT, enquanto que as capacidades analíticas, integradas com a borda e a nuvem, transformam dados em informação.

























O foco de sucesso para projetos de soluções IoT tem como resultado informações que podem ser compartilhadas com usuários finais que usam os dados calculados na borda, na nuvem ou em ambos. O foco do projeto requer que a informação seja vista e se possa interagir com ela através de inúmeras plataformas como telefones, dispositivos “handheld”, tablets, painéis de máquinas e centros de controle. Os requerimentos de interação podem incluir tanto comunicações pessoa-a-máquina como máquina-a-máquina. Para garantir que o sistema IoT seja otimizado para as operações desejadas e os modelos de uso, os modelos de cálculo e fluxo de dados são criados e integrados com componentes físicos para maximizar o desempenho geral da borda-a-nuvem.

Interoperabilidade para sistemas antigos (ou legacy)
Desenvolver e implementar uma solução IoT requer uma integração tanto da nova tecnologia quanto dos sistemas antigos existentes. É pouco realista acreditar que a implementação da IoT vai acontecer como um avanço sistêmico, mas será como uma implementação em etapas de novas tecnologias.

O ecossistema IoT possui um grande potencial, criando oportunidades para a inovação e a colaboração. Os novos modelos de uso da IoT estão emergindo de todos os lados, muitos como resultado de discussões colaborativas com tecnólogos para explorar a "Arte do Possível". Com a disponibilidade da nova tecnologia, liderança de pensamento e estabelecimento de políticas IoT consistentes e padrões globais que sustentem a interoperabilidade, tantos os setores públicos como os privados podem continuar explorando novas formas de empregar o poder das tecnologias IoT, criando um mundo mais eficiente e produtivo.

A Intel tem mais informações sobre IoT em Intel IoT Insights

Monday, August 19, 2013

Perceptual Computing - As novidades não param de chegar.

Muitas empresas de desenvolvimento de software estão preocupadas em como adequar suas aplicações não apenas a telas TOUCH, mas também à grande variedade de sistemas operacionais e dispositivos móveis existentes, destes um grupo mais seleto está pensando: - O que vem depois disto ?

O desafio que temos pela frente tem nome e já não é novidade: 

PERCEPTUAL COMPUTING.

As interfaces HOMEM x MÁQUINA vão exigir mudanças radicais e estas mudanças já estão em andamento.

Através da captura de imagens de alta definição e imagens em infra vermelho ( que possibilita a leitura em profundidade) associado a microfones com capacidade de identificação da direção de onde vem o som as possibilidades de interação aumentam significativamente.

O Perceptual Computing traz novas experiências de uso, através de interações entre humanos e computadores, que são capazes de perceber as ações dos usuários de forma natural, imersiva e intuitiva.


Com esta tecnologia já é possível detectar sete pontos na face dos usuários (os limites dos olhos, boca e o posicionamento do nariz), e mais sete pontos em cada uma das mãos (as pontas dos dedos, o centro da mão e o punho). Através do tratamento destas informações, o desenvolvedor pode reconhecer inúmeros gestos e associá-los à ações especificas em suas aplicações. Se esta descrição parece complicada, basta se lembrar de como o Tom Cruise interagia com os computadores no Minority Report e vai ver que está tudo ali, com uma vantagem: Não precisa da luva.

Um dos grandes impulsionadores deste conceito é a Intel .

O desenvolvimento de aplicativos com Perceptual Computing é facilitado pelo SDK disponibilizado pela Intel que auxilia a captura e tratamento dos gestos e possui diversas outras funcionalidades que permitem ao desenvolvedor integrar esta nova tecnologia às suas aplicações.

Link para os vídeos com algumas demos: 


As possibilidades são grandes em todos os setores da tecnologia e a aplicação da mesma é uma questão de visão das empresas de tecnologia.


Friday, June 17, 2011

HP recorre à Justiça para que Oracle retome suporte ao Itanium

A HP recorreu à Corte Superior do condado de Santa Clara, na Califórnia, solicitando que a Oracle volte a fornecer suporte ao processador Itanium, da Intel, que é usado em vários modelos de servidores da empresa. A HP alega que o anúncio de descontinuidade de suporte ao chip de 64 bits, feito em março passado, viola o compromisso que a Oracle assumiu com a empresa e com mais de 140 mil clientes da tecnologia. "Além disso, acreditamos que essa ação força clientes da HP a migrar para as plataformas da Oracle", disse a empresa por meio de comunicado em seu blog corporativo.

A HP acredita que a Oracle é legalmente obrigada a continuar a oferecer produtos baseados na plataforma Itanium e, por isso, promete "tomar todas as medidas legais necessárias para proteger os interesses dos clientes e os investimentos feitos por eles". A empresa disse ainda que mantém o compromisso de disponibilizar novos roadmaps de servidores, incluindo aqueles equipados com processador Itanium.

A HP dá a entender que possui um contrato secreto com a Oracle, que garante apoio contínuo ao software de banco de dados em servidores Itanium, segundo o The Wall Street Journal. "Há elementos confidenciais do relacionamento entre a Oracle e a HP, que não podem ser revelados", disse por meio de e-mail o diretor da área de comunicação da HP, Bill Wohl.

Quando a Oracle anunciou que estava abandonando o suporte ao Itanium, acusou a HP de saber que a Intel estava planejando parar de fabricar o chip e "com conhecimento de retenção" das informações aos clientes. A Intel negou ter tais planos e afirma que irá prosseguir com os esforços de desenvolvimento do processador. A HP diz que a Oracle sabia que a afirmação é falsa porque o seu co-presidente, Mark Hurd, ocupava o cargo de CEO da HP até o ano passado.

A Oracle, no entanto, sustentou a acusação. "Os planos da Intel para o fim de vida do Itanium serão revelados em tribunal, agora que a HP entrou com essa ação maliciosa e totalmente sem mérito", disse a empresa.

Em comunicado à imprensa, enviado nesta quinta-feira, 16, a empresa diz que "é interessante ressaltar que, em setembro de 2010, a HP propôs que a Oracle assumisse o compromisso de manter o suporte ao Itanium no longo prazo". "Na ocasião, a Oracle não sabia que já havia um plano de encerrar a produção do Itanium, pois somente foi informada seis meses depois, em março de 2011. Por isso, a Oracle acredita que a HP já sabia sobre os planos da Intel de descontinuar o Itanium, quando fez o pedido de garantia de suporte ao Itanium no contrato de setembro de 2010, pois a HP estava preocupada com o que aconteceria quando a Oracle descobrisse tal plano", completa a nota.

Além disso, a fabricante de software diz que "é sabido que Ray Lane e os atuais membros do Conselho da HP, bem como Leo Apotheker e a atual diretoria da HP, têm total conhecimento sobre todos os detalhes dos planos da Intel de encerrar a produção do microprocessador Itanium". "Ciente disso, a HP emitiu várias declarações públicas em uma tentativa de enganar e induzir seus clientes e acionistas ao erro de acreditar que não existem planos de descontinuar o Itanium. Mas existem sim. Os planos da Intel de encerrar a produção do Itanium serão revelados em juízo agora que a HP entrou com esta ação judicial mal-intencionada e improcedente contra a Oracle", finaliza o comunicado.



Fonte: TI Inside

Wednesday, April 20, 2011

Intel entra no mercado de chip para mainframe

A Intel anunciou nesta terça-feira, 19, sua nova linha de processadores para servidores da série Xeon, o que marca a sua entrada no mercado de chip para computadores de grande porte (mainframe). Com isso, a companhia passa a disputar o mercado com a IBM e a Sun Microsystems, adquirida pela Oracle no ano passado.

A fabricante de chip explica que os novos produtos não são baseados na arquitetura x86, sobre a qual são fabricados todos os seus processadores para servidores e que respondem por 98% de todos os equipamentos dessa categoria fabricados no mundo, segundo dados da IDC.

A mudança, a princípio apenas técnica, será o principal diferencial da Intel para disputar o mercado. Os equipamentos da IBM e da Sun também fazem parte dos 2% de servidores que não são baseados em x86 (são baseados nas tecnologias CISC e RISC, usadas em mainframes), mas respondem por 50% do faturamento mundial do segmento. Essa proporção, segundo o diretor da Intel para o segmento corporativo, Maurício Ruiz, sempre foi o maior alvo da companhia no mercado de servidores.

O executivo diz não poder dar números, mas explica que as margens de lucro da Intel com os processadores x86 nunca se equiparou às da IBM e da Sun. Ruiz conta que a aposta da Intel nesse segmento será fornecer processadores que consomem menos energia e com menor exigência de manutenção, de forma a reduzir o custo total de propriedade (TCO).

A empresa, diz ele, vai trabalhar com parceiros para desenvolver hardware e software e fornecer serviços – estratégia que ele chama de horizontal. "As demais empresas concentram o foco em estratégias verticais, fornecendo todos os equipamentos e software usados no data center. Isso torna os equipamentos muito caros e explica a desproporção do rendimento do mercado."

Desafios e oportunidades

Ruiz sabe do tamanho da briga que comprou, mas acredita que a oportunidade para a entrada da Intel no mercado, principalmente o brasileiro, é enorme. Ele cita projeções da própria empresa que apontam que, no Brasil, existe um servidor para cada 100 PCs, cifra "extremamente pequena", se comparada aos demais países emergentes, onde a proporção entre servidores e computadores é de um para 20 ou 25 PCs.

Segundo Ruiz, o país conta com cerca de 120 mil servidores, caracterizando-se como o terceiro maior mercado mundial – atrás apenas de Estados Unidos e Japão, segundo a IDC. A expectativa é que o número de servidores dobre em três anos, e é com base nisso que a Intel pretende roubar fatia de mercado da IBM e da Sun.



Fonte: TI Inside

Monday, May 3, 2010

Processadores Intel XEON Série 7000

Processadores INTEL de 6 e 8 núcleos em produção.

Já podemos encontrar integradores com servidores de 6 Núcleos XEON Série 7000 e muito em breve com 8 núcleos.

Segundo o site da INTEL os processadores da Série 7000 são destinados a grandes projetos de virtualização ou aonde se faz necessário massivo tratamento de dados.

Com cache L3 de 16 MB a DELL tem para entrega o servidor DELL Power Edge R900 . Este equipamento é indicado para Virtualização.

 
Além de ser homologado para Windows 2008 R2 com Hyper-V v2, ele também roda nativamente o VMWare ESXi e o Citrix XenServer.