A Microsoft anunciou as novas regras de licenciamento do Windows Server 2016.
As novas regras devem impactar os novos projetos de Datacenter e o compliance das novas aquisições.
Como sempre os fabricantes tentam adequar seus licenciamentos as condições de mercado, visando sempre manter suas receitas.
A Microsoft anunciou o novo modelo de licenciamento e o que muda drasticamente é o formato de contagem das licenças do Windows Server. Segundo a Microsoft este novo licenciamento traz mais transparência no uso de ambientes híbridos on premises x cloud.
Todo o licenciamento do Windows Server Standard e Enterprise será por CORE, mantendo os requisitos de CAL de acesso.
Ainda existe um licenciamento mínimo que no formato anterior era de 2 Processadores por servidor e agora será de 16 CORES por servidor, sendo que cada processador deverá licenciar no mínimo 8 CORES por processador.
Abaixo vou apresentar as imagens dos documentos da Microsoft, com os detalhes do novo licenciamento.
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Wednesday, October 5, 2016
Friday, October 16, 2015
Oracle Cria novo Licenciamento - Standard Edition 2
A Oracle muda o formato de licenciamento, extinguindo os licenciamentos Oracle Standard Edition One e Oracle Standard Edition criando o Oracle Standard Edition 2.
Este licenciamento vale à partir de 1 de dezembro de 2015.
Abaixo na tabela com as diferenças do novo licenciamento:
Basicamente a Oracle cria limitações para usuários de Bancos Standard Edition que tinham um cluster com 2 nós e 4 processadores e os obriga a migrar para o banco com licenciamento Enterprise.
Além desta novidade, temos ainda uma limitação de Threads. O novo licenciamento vai limitar a 16 a quantidade de Threads do banco. A partir de agora existe uma limitação no binário do banco de dados que vai tratar de fazer esta limitação.
Segundo a Oracle não existe problema de compliance se as máquinas do cluster estiverem por exemplo com processadores de 14 cores cada, que totalizariam 28 cores. O banco vai utilizar apenas 16 Threads simultâneas.
A novidade pega de surpresa as empresas que utilizam o banco de dados Standard Edition como uma alternativa viável para atender a demanda de performance com 4 processadores sem a necessidade de licenciar o Oracle Enterprise Edition.
Segundo a Oracle, não existe uma estratégia diferente no atendimento para o mercado SMB, mesmo com esta mudança radical no licenciamento dos bancos de dados.
Fonte: Oracle
Este licenciamento vale à partir de 1 de dezembro de 2015.
Abaixo na tabela com as diferenças do novo licenciamento:
| Tabela Comparativa Standard Edition 1 Standard Edition e Standard Edition 2 |
Basicamente a Oracle cria limitações para usuários de Bancos Standard Edition que tinham um cluster com 2 nós e 4 processadores e os obriga a migrar para o banco com licenciamento Enterprise.
Além desta novidade, temos ainda uma limitação de Threads. O novo licenciamento vai limitar a 16 a quantidade de Threads do banco. A partir de agora existe uma limitação no binário do banco de dados que vai tratar de fazer esta limitação.
Segundo a Oracle não existe problema de compliance se as máquinas do cluster estiverem por exemplo com processadores de 14 cores cada, que totalizariam 28 cores. O banco vai utilizar apenas 16 Threads simultâneas.
| Limites do Oracle Standard Edition 2 |
A novidade pega de surpresa as empresas que utilizam o banco de dados Standard Edition como uma alternativa viável para atender a demanda de performance com 4 processadores sem a necessidade de licenciar o Oracle Enterprise Edition.
Segundo a Oracle, não existe uma estratégia diferente no atendimento para o mercado SMB, mesmo com esta mudança radical no licenciamento dos bancos de dados.
Fonte: Oracle
Monday, July 28, 2014
Modelo de Negócio - Adaptar ou Morrer ?
Estava lendo algumas notícias na Internet e encontrei uma que chamou a minha atenção, especialmente neste momento de adaptação e ajuste orçamentário.
A Microsoft já foi a maior empresa fabricante de Software do Mundo, com amplo e irrestrito domínio de diversas áreas, mas que sempre foi lenta e teve dificuldades de se adaptar a nova realidade.
Durante muitas décadas a Microsoft impôs o seu modelo de negócio e modelo de licenciamento que ao meu ver nunca foi favorável aos usuários e somente atendia as necessidades comerciais da Microsoft.
Sempre achei um grande absurdo o formato de comercialização do Windows e do Office, obrigando um usuário comum ou pequena empresa a compras de licenças FULL, sempre do lançamento de uma nova versão dos produtos. A Microsoft melhorou sob alguns aspectos, na maioria das vezes por imposição da Justiça e poucas por imposição do mercado, mas as opções de comercialização continuam favorecendo apenas a Microsoft e pouco os clientes.
Observem que não estou reclamando dos produtos, que como no caso do Office é referência. Considero que a Microsoft precisa de recursos para continuar investindo na melhoria do produto. Acho que poderiam melhorar ofertando mais opções de licenciamento para as pequenas e médias empresas.
A notícia abaixo que passo reproduzir demonstra que exite uma alternativa.
Cidade francesa abandona Microsoft Office e economiza €1 milhão
A cidade de Toulouse, no sul da França, se tornou um exemplo de política pública digital na Europa. Desde que Pierre Cohen, um profissional de sistemas assumiu a prefeitura em 2011, foi dado início a um plano de implementação de softwares livre e de código aberto em toda a administração pública municipal, que emprega cerca de 10 mil servidores.
Páginas na internet, serviços e aplicativos. Todos passaram a contar, em algum momento, com softwares ou arquiteturas de linguagens “Lamp” – sigla para Linux, Apache, MySQL e PHP. Mas o projeto principal seria a troca do pacote Office, da Microsoft, por uma alternativa aberta e gratuita: o LibreOffice, lançado em 2011.
A substituição começou a ser feita em 2012, levou um ano e meio, e cobriu 90% dos computadores. “Licenças de software custavam, a cada três anos, 1,8 milhão de euros a Toulouse. A migração (que envolveu treinamento) custou €800 mil”, conta Erwane Monthubert, que participou da implementação da política na gestão de Cohen.
Foram €1 milhão de salvos em meio a uma onda de cortes de orçamento em TI em todo o país.
Fonte: Blog do Estadão
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