Segundo a Oracle, as melhores práticas de ARMAZENAMENTO (STORAGE) seguem quatro grandes diretrizes:
1- Flexibilidade para o aumento de I/O conforme a demanda.
2- Permitir um nível ótimo de desempenho nas atividades de I/O.
3- Garantir redundância no caso de falha de um disco.
4- Permitir a recuperação rápida no caso de falhas.
Há algum tempo, a implementação dessas melhores práticas para armazenamento em bancos de dados Oracle é realizada com a aplicação de um conceito da empresa conhecido como "dividir e espelhar tudo", ou "SAME", do inglês "Strip And Mirror Everything". Em termos das definições RAID, isso corresponde à utilização de RAID-0+1. O RAID-5, por sua vez, oferece quase o dobro de capacidade útil, mas com grande diminuição na capacidade de entrada/saída de dados. A evolução do hardware de ARMAZENAMENTO provocou a redução do custo do volume de armazenamento.
No entanto, o aumento da capacidade de I/O segue relativamente caro, e o RAID-5 continua sendo utilizado em casos muito específicos.
A constante evolução da tecnologia Oracle busca melhorar a resposta e simplificar a gestão da plataforma tecnológica. Como resultado, surgiu o ASM - Automatic Storage Manager, componente lançado na versão do banco de dados Oracle 10g. Com ele, é possível aproveitar não apenas os recursos do hardware de armazenamento, mas também todas as decisões de STRIPPING e espelhamento adequadas à configuração de dados e sua dinâmica de utilização.
Assim, resolve-se de maneira totalmente automática toda a complexidade de determinar e configurar os volumes; de distribuir o I/O entre todos os dispositivos para otimizar a capacidade de armazenamento; de assegurar a simplicidade e eficiência de operações de manutenção, de BACKUP e RECOVERY.
Tudo feito pelo próprio banco de dados, e de acordo com as melhores práticas identificadas pela Oracle em milhares de implementações em todo o mundo.
Assim, é possível extrair o melhor rendimento da infra-estrutura de hardware disponível, além de obter grandes reduções nos custos de manutenção e nos riscos para o funcionamento do sistema.
É importante salientar que o ASM não substitui o RAID, mas aproveita os recursos do hardware e aplica de maneira automática e transparente para o administrador a configuração de 'STRIP and MIRRORING' mais adequada, de acordo com o número de dispositivos disponíveis e com as características de uso e volume do banco de dados em questão. Esse esclarecimento é importante para evitar confusões, já que o ASM usa as capacidades de RAID do hardware.
Sua vantagem é a maior eficácia conseguida ao utilizar a configuração mais apropriada, além da enorme simplificação do gerenciamento, já que retira do DBA a necessidade de desenhar e configurar o RAID.
Maiores informações podem ser encontradas em:
http://www.oracle.com/
Artigos sobre tecnologia da informação, equipamentos, software e serviços.
Monday, August 8, 2016
Friday, January 15, 2016
O poder da Internet das Coisas
Comumente chamada de Internet of Things (IoT ou Internet das Coisas), esta nova realidade é impulsionada pela convergência de dispositivos cada vez mais conectados, economia de dados e computacional, e a proliferação e aceleração da análise de Big Data e da nuvem. Esta mudança na tecnologia está gerando oportunidades sem precedentes para os setores públicos e privados no mundo, para desenvolver novos serviços, melhorar a produtividade e a eficiência, melhorar a tomada de decisões em tempo real, solucionar problemas críticos de colaboração e desenvolver novas e inovadoras experiências para os usuários.
Temos inúmeras soluções possíveis de uso. Para ilustrar podemos citar um sistema simples, o monitor do ritmo cardíaco vestível que executa um monitoramento baseado em algumas condições e utiliza um único sensor para capturar um único tipo de dado com uma gateway para alertar o consultório do médico. Como exemplo de sistema complexo, temos os alertas de manutenção que são transmitidos através de streaming de dados de sensores múltiplos e inúmeros sistemas de algoritmos computacionais em uma gateway que estará nos painéis de controle para ajudar a construção inteligente da tomada de decisões gerenciais.
Temos 2 aplicações distintas com níveis de soluções distintas mas ambas com grande impacto no mercado e no ponto de vista dos usuários finais.
Uma base de IoT começa com conectividade, capacidade de administração e segurança. Os componentes físicos da solução são dispositivos EDGE (BORDA), GATEWAYS, REDES e NUVENS PÚBLICAS e PRIVADAS. Um modelo de interoperabilidade de dados suporta a transferência de dados entre componentes da IoT, enquanto que as capacidades analíticas, integradas com a borda e a nuvem, transformam dados em informação.
O foco de sucesso para projetos de soluções IoT tem como resultado informações que podem ser compartilhadas com usuários finais que usam os dados calculados na borda, na nuvem ou em ambos. O foco do projeto requer que a informação seja vista e se possa interagir com ela através de inúmeras plataformas como telefones, dispositivos “handheld”, tablets, painéis de máquinas e centros de controle. Os requerimentos de interação podem incluir tanto comunicações pessoa-a-máquina como máquina-a-máquina. Para garantir que o sistema IoT seja otimizado para as operações desejadas e os modelos de uso, os modelos de cálculo e fluxo de dados são criados e integrados com componentes físicos para maximizar o desempenho geral da borda-a-nuvem.
Interoperabilidade para sistemas antigos (ou legacy)
Desenvolver e implementar uma solução IoT requer uma integração tanto da nova tecnologia quanto dos sistemas antigos existentes. É pouco realista acreditar que a implementação da IoT vai acontecer como um avanço sistêmico, mas será como uma implementação em etapas de novas tecnologias.
O ecossistema IoT possui um grande potencial, criando oportunidades para a inovação e a colaboração. Os novos modelos de uso da IoT estão emergindo de todos os lados, muitos como resultado de discussões colaborativas com tecnólogos para explorar a "Arte do Possível". Com a disponibilidade da nova tecnologia, liderança de pensamento e estabelecimento de políticas IoT consistentes e padrões globais que sustentem a interoperabilidade, tantos os setores públicos como os privados podem continuar explorando novas formas de empregar o poder das tecnologias IoT, criando um mundo mais eficiente e produtivo.
A Intel tem mais informações sobre IoT em Intel IoT Insights
Esta sem dúvidas é uma transformação drástica que modifica a visão de sistemas isolados para dispositivos que funcionam interconectados através da Internet e que podem trabalhar em rede e se comunicar entre si e com a nuvem.
Temos inúmeras soluções possíveis de uso. Para ilustrar podemos citar um sistema simples, o monitor do ritmo cardíaco vestível que executa um monitoramento baseado em algumas condições e utiliza um único sensor para capturar um único tipo de dado com uma gateway para alertar o consultório do médico. Como exemplo de sistema complexo, temos os alertas de manutenção que são transmitidos através de streaming de dados de sensores múltiplos e inúmeros sistemas de algoritmos computacionais em uma gateway que estará nos painéis de controle para ajudar a construção inteligente da tomada de decisões gerenciais.
Temos 2 aplicações distintas com níveis de soluções distintas mas ambas com grande impacto no mercado e no ponto de vista dos usuários finais.
Uma base de IoT começa com conectividade, capacidade de administração e segurança. Os componentes físicos da solução são dispositivos EDGE (BORDA), GATEWAYS, REDES e NUVENS PÚBLICAS e PRIVADAS. Um modelo de interoperabilidade de dados suporta a transferência de dados entre componentes da IoT, enquanto que as capacidades analíticas, integradas com a borda e a nuvem, transformam dados em informação.
O foco de sucesso para projetos de soluções IoT tem como resultado informações que podem ser compartilhadas com usuários finais que usam os dados calculados na borda, na nuvem ou em ambos. O foco do projeto requer que a informação seja vista e se possa interagir com ela através de inúmeras plataformas como telefones, dispositivos “handheld”, tablets, painéis de máquinas e centros de controle. Os requerimentos de interação podem incluir tanto comunicações pessoa-a-máquina como máquina-a-máquina. Para garantir que o sistema IoT seja otimizado para as operações desejadas e os modelos de uso, os modelos de cálculo e fluxo de dados são criados e integrados com componentes físicos para maximizar o desempenho geral da borda-a-nuvem.
Interoperabilidade para sistemas antigos (ou legacy)
Desenvolver e implementar uma solução IoT requer uma integração tanto da nova tecnologia quanto dos sistemas antigos existentes. É pouco realista acreditar que a implementação da IoT vai acontecer como um avanço sistêmico, mas será como uma implementação em etapas de novas tecnologias.
O ecossistema IoT possui um grande potencial, criando oportunidades para a inovação e a colaboração. Os novos modelos de uso da IoT estão emergindo de todos os lados, muitos como resultado de discussões colaborativas com tecnólogos para explorar a "Arte do Possível". Com a disponibilidade da nova tecnologia, liderança de pensamento e estabelecimento de políticas IoT consistentes e padrões globais que sustentem a interoperabilidade, tantos os setores públicos como os privados podem continuar explorando novas formas de empregar o poder das tecnologias IoT, criando um mundo mais eficiente e produtivo.
A Intel tem mais informações sobre IoT em Intel IoT Insights
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