CDP - Continuos Data Protection
Também chamado de real-time backup ou continuos backup é uma técnica que foi patenteada pelo empresário Britânico Pete Malcolm (https://www.linkedin.com/in/petemalcolm) que consiste da proteção continua dos dados. Todo dado alterado é salvo em um local diferente de sua fonte.
A técnica consiste em efetuar backup de todas as alterações de forma continuada, capturando cada versão dos dados que estiver salva. Esta técnica visa entregar ao usuário a possibilidade de restaurar dados em qualquer ponto no tempo.
Existem vários métodos de captura continua dos dados e que envolvem produtos e técnicas diferentes, o que deve ser considerado é a capacidade de recuperação e os níveis de granularidade de cada solução.
A diferença do CDP para o backup tradicional é que para recuperar o backup tradicional você vai precisar de um backup que terá um ponto no tempo em que foi executado, ao passo que o CDP vai ofertar a possibilidade de recuperação dos dados em qualquer momento.
Não podemos confundir o CDP com raid, replicação ou espelhamento, pois estas técnicas protegem apenas a versão mais recente do dado e no caso de um erro na fonte o erro será espelhado na cópia.
As técnicas de CDP permitem a recuperação de informações salvas no tempo, permitindo a recuperação de diversos estados da mesma informação.
A maioria dos produtos que ofertam soluções de CDP possuem mecanismos para gravação da diferença gerada e algorítimos de compactação de dados, o que reduz bastante o volume gerado pelo backup se comparado a backups tradicionais.
Nem tudo são apenas vantagens. Um dos maiores desafios para o CDP é a capacidade de consumo de banda. Isto pode se transformar em um problema no caso de aplicações com grandes volumes de dados.
Artigos sobre tecnologia da informação, equipamentos, software e serviços.
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Tuesday, October 4, 2016
Tuesday, November 4, 2014
TI Invisível
Quem ainda acredita que não passou por este fenômeno é porque não está monitorando o assunto.
Nas médias e grandes empresas a TI Invisível está presente no dia a dia com os orçamentos individuais das áreas que andam a margem da TI e com o BYOD.
Nos últimos anos, algumas áreas usuárias iniciaram o investimento direto em Hardware e Software, sem que a TI corporativa tivesse conhecimento. Com a potencialização do CLOUD COMPUTING e do BYOD o desafio da TI aumentou exponencialmente para manter um ambiente seguro.
O que fazer para mitigar os riscos e gerenciar a TI invisível da sua organização ?
A primeira iniciativa ao meu ver é a constante monitoração do ambiente de infraestrutura da sua empresa.
Saber tudo o que se conecta na rede corporativa é uma boa iniciativa para identificar serviços novos.
Claro que não basta a monitoração da rede interna, é importante uma monitoração ativa do que trafega na rede.
Nem sempre as empresas tem uma política clara sobre a instalação de aplicativos nos equipamentos da empresa e nem sempre isto é liberado, mas isto por si só, não resolve o problema em função dos BYOD.
Não pense imediatamente em bloquear um serviço, pense sempre em oferecer uma alternativa viável como solução. Os usuários tem demandas e precisam de respostas, o bloqueio nem sempre é a melhor abordagem, Às vezes, pode ser mais eficaz identificar os usuários, ajudá-los a compreender os riscos e sugerir uma alternativa de baixo risco com funcionalidade equivalente. Pessoas tendem a encontrar maneiras de obter acesso a sites e serviços ao se sentirem bloqueadas injustamente.
Avalie o risco dos serviços utilizados antes de partir para o bloqueio definitivo, nem sempre os serviços utilizados fora do controle da TI são ruins.
Observe as necessidades dos usuários e as soluções existentes e esteja preparado para atender as novas demandas.
Nas médias e grandes empresas a TI Invisível está presente no dia a dia com os orçamentos individuais das áreas que andam a margem da TI e com o BYOD.
Nos últimos anos, algumas áreas usuárias iniciaram o investimento direto em Hardware e Software, sem que a TI corporativa tivesse conhecimento. Com a potencialização do CLOUD COMPUTING e do BYOD o desafio da TI aumentou exponencialmente para manter um ambiente seguro.
O que fazer para mitigar os riscos e gerenciar a TI invisível da sua organização ?
A primeira iniciativa ao meu ver é a constante monitoração do ambiente de infraestrutura da sua empresa.
Saber tudo o que se conecta na rede corporativa é uma boa iniciativa para identificar serviços novos.
Claro que não basta a monitoração da rede interna, é importante uma monitoração ativa do que trafega na rede.
Nem sempre as empresas tem uma política clara sobre a instalação de aplicativos nos equipamentos da empresa e nem sempre isto é liberado, mas isto por si só, não resolve o problema em função dos BYOD.
Não pense imediatamente em bloquear um serviço, pense sempre em oferecer uma alternativa viável como solução. Os usuários tem demandas e precisam de respostas, o bloqueio nem sempre é a melhor abordagem, Às vezes, pode ser mais eficaz identificar os usuários, ajudá-los a compreender os riscos e sugerir uma alternativa de baixo risco com funcionalidade equivalente. Pessoas tendem a encontrar maneiras de obter acesso a sites e serviços ao se sentirem bloqueadas injustamente.
Avalie o risco dos serviços utilizados antes de partir para o bloqueio definitivo, nem sempre os serviços utilizados fora do controle da TI são ruins.
Observe as necessidades dos usuários e as soluções existentes e esteja preparado para atender as novas demandas.
Wednesday, June 27, 2012
Hadoop e suas aplicações.
Quando
você pensar em computação distribuída, certamente vai topar com o Hadoop.
Atualmente o Hadoop é o framework de computação
distribuída mais usado quando se pensa em Big Data. Muitos desenvolvedores tem
a curiosidade de saber em que tipo de problemas o Hadoop pode ser usado. Abaixo
algumas aplicações da tecnologia.
Detecção
de tendências
Detectar
novas tendências rapidamente é necessário para um mundo cada vez mais
conectado. Com o twitter e a constante troca de informações o volume de
informação cresce a cada segundo.
Sistema de Recomendação
Sistemas de
recomendação são parte integrante de muitos dos serviços que usamos. Amazon,
Netflix, Last.fm entre outros nos mostram o grande valor que sistemas assim
podem gerar.
Detecção
de fraudes
É a eterna luta entre gato e rato. Detectar fraudes de
maneira rápida é uma tarefa bastante complicada. Com o Hadoop podemos
processar quantidades gigantes de dados e perceber tendências imperceptíveis em
escala menor.
Customer Churn Analysis (análise
de rotatividade de clientes)
Empresas
que operam grandes volumes de usuários como as operadoras de telefonia sabem que muitas vezes um único usuário que
resolve mudar de operadora acaba levando com ele muitos outros. Analisar os
padrões de interações entre seus usuários e detectar quem são os que tem mais
chances de mudar de operadora é uma grande ferramenta estratégica.
Análise de LOGS
Quem
trabalha com aplicações WEB, sabe que elas podem gerar quantidades absurdas de arquivos de log. O Hadoop é
aplicado com grande maestria em aplicações de manipulação de logs. Projetos
paralelos como o Pig visam inclusive facilitar este tipo de trabalho.
Análise de transação de ponto de
venda
Analisar
e cruzar dados de grandes cadeias de lojas
visando agregar estes dados historicamente e tentar perceber o que os pontos de
venda mais bem sucedidos tem em comum é uma grande oportunidade para geração de
negócios.
Análise de dados de rede para
prever falhas
Perguntas difíceis de
responder tais como: Qual o ponto mais
fraco da minha rede ? Quando ela vai se partir ? Muitas empresas de telecom
estão tratando analisando o volume e a direção do tráfego em suas redes.
Segmentação de usuários
Conhecer
os seus usuários e tentar entender melhor
como eles interagem com seus produtos e como eles interagem entre si é sinônimo
de geração de negócios.
Modelar Risco
A modelagem de risco na área de seguros e instituições financeiras
faz parte da sobrevivência destas instituições. Para conseguir uma modelagem mais próxima do real o uso do Hadoop
permite a utilização de um número sem precedentes de fatores.
Ad Targeting
Muitas
Ad Network já estão utilizando tecnologias Big Data para otimizar tanto a
relevância quanto o posicionamento de suas propagandas. Nada
pior que propaganda mal relacionada com o conteúdo de um website.
Monday, June 25, 2012
Hadoop, nova tecnologia para tratamento de Big Data
Neste nosso mundo tecnológico, precisamos ficar ligados a todo momento, pois ficamos obsoletos em uma fração de segundos.
O framework Hadoop, lançado no final de 2011, é uma plataforma para análise de dados de código aberto desenvolvida pela Apache, está se tornando fundamental para ajudar empresas a gerirem grandes volumes de dados.
A plataforma aberta de computação distribuída ganhou impulso como mecanismo para lidar com o conceito de Big Data, segundo o qual as empresas procuram extrair valor dos dados de seus sistemas de informação. Usuários corporativos estão adotando tanto as tecnologias da plataforma Hadoop existentes como as que complementam sistemas que desenvolvem.
A Nasa adota a Hadoop para lidar com grandes volumes de dados em projetos como o Square Kilometre Array, um radio telescópio para visualização do céu. Estima-se que este sistema produzirá 700 terabytes de dados por hora quando for construído na próxima década.
Os sistemas vão incluir a Hadoop, assim como tecnologias Apache Object Oriented Data Technology (OODT) para gerenciar grandes volumes de informações.
O Twitter é outro grande usuário de Hadoop. Segundo a empresa, todos os produtos de relevância [a partir dos quais oferece recomendações personalizadas aos usuários] têm alguma interação com a Hadoop”.
A rede social adota Hadoop há cerca de quatro anos e até desenvolveu o Scalding, um repositório Scala para facilitar tarefas executadas pelo Hadoop através do framework MapReduce. A ferramenta foi desenhada sobre o repositório Cascading Java, criado para reduzir a complexidade da plataforma Hadoop.
Os subprojetos da Hadoop incluem o framework MapReduce, que é uma matriz de software para o processamento de grandes conjuntos de processamento em clusters; a Hadoop Distributed File System (HDFS), que oferece acesso rápido a dados de aplicações e Common, com utilitários para apoiar outros subprojetos Hadoop.
A rede social Tagged utiliza a tecnologia Hadoop para análise de informações e processa cerca de meio terabyte de novos dados diários, segundo engenheiros da empresa, a Hadoop está sendo aplicada em tarefas que superam a capacidade da ferramenta Greenplum, comprada pela EMC.
Apesar de elogiarem a Hadoop, os usuários apontam deficiências como a fiabilidade e monitoramento de tarefas. Um dos problemas é a latência. “O tempo para obter dados é bastante rápido, mas todos reclamam da grande latência na execução de consultas”. A Tagged utiliza a Apache Hive, outro projeto derivado da Hadoop, para consultas “ad hoc”.
“Isso pode levar vários minutos para obter resultados que, na Greenplum, levaria questões de segundos”. Mas usar a Hadoop é mais barato que Greenplum.
O que promete a Hadoop 2.0
A Hadoop 1.0 foi lançada no final de 2011, com tecnologia de autenticação forte via Kerberos e suporte para bases de dados HBase. A versão também impede os usuários individuais de derrubarem clusters, usando restrições sobre a MapReduce.
Mas uma nova versão está no horizonte. A plataforma entrou em fase alfa no início deste ano “e terá a camada de MapReduce recodificada de extremo a extremo, além de uma reescrita completa de toda a lógica de armazenamento e da camada de HDFS “.
A Hadoop 2.0 estará focada na escala e inovação, baseada na Yarn (próxima geração da MapReduce) e em recursos de federação. A Yarn permitirá aos usuários adicionar os seus próprios modelos de computação para não ficarem presos à MapReduce.
As adoções previstas incluem aplicações de tempo real e algoritmos de aprendizagem artificial, além das operações de armazenamento com capacidade de expansão.
Capacidades de funcionamento o tempo todo da versão 2.0 deverão permitir a constituição de clusters sem tempo de inatividade. A versão prevê também o armazenamento escalável. A Hadoop 2.0 estará disponível dentro de um ano.
O framework Hadoop, lançado no final de 2011, é uma plataforma para análise de dados de código aberto desenvolvida pela Apache, está se tornando fundamental para ajudar empresas a gerirem grandes volumes de dados.
A plataforma aberta de computação distribuída ganhou impulso como mecanismo para lidar com o conceito de Big Data, segundo o qual as empresas procuram extrair valor dos dados de seus sistemas de informação. Usuários corporativos estão adotando tanto as tecnologias da plataforma Hadoop existentes como as que complementam sistemas que desenvolvem.
A Nasa adota a Hadoop para lidar com grandes volumes de dados em projetos como o Square Kilometre Array, um radio telescópio para visualização do céu. Estima-se que este sistema produzirá 700 terabytes de dados por hora quando for construído na próxima década.
Os sistemas vão incluir a Hadoop, assim como tecnologias Apache Object Oriented Data Technology (OODT) para gerenciar grandes volumes de informações.
O Twitter é outro grande usuário de Hadoop. Segundo a empresa, todos os produtos de relevância [a partir dos quais oferece recomendações personalizadas aos usuários] têm alguma interação com a Hadoop”.
A rede social adota Hadoop há cerca de quatro anos e até desenvolveu o Scalding, um repositório Scala para facilitar tarefas executadas pelo Hadoop através do framework MapReduce. A ferramenta foi desenhada sobre o repositório Cascading Java, criado para reduzir a complexidade da plataforma Hadoop.
Os subprojetos da Hadoop incluem o framework MapReduce, que é uma matriz de software para o processamento de grandes conjuntos de processamento em clusters; a Hadoop Distributed File System (HDFS), que oferece acesso rápido a dados de aplicações e Common, com utilitários para apoiar outros subprojetos Hadoop.
A rede social Tagged utiliza a tecnologia Hadoop para análise de informações e processa cerca de meio terabyte de novos dados diários, segundo engenheiros da empresa, a Hadoop está sendo aplicada em tarefas que superam a capacidade da ferramenta Greenplum, comprada pela EMC.
Apesar de elogiarem a Hadoop, os usuários apontam deficiências como a fiabilidade e monitoramento de tarefas. Um dos problemas é a latência. “O tempo para obter dados é bastante rápido, mas todos reclamam da grande latência na execução de consultas”. A Tagged utiliza a Apache Hive, outro projeto derivado da Hadoop, para consultas “ad hoc”.
“Isso pode levar vários minutos para obter resultados que, na Greenplum, levaria questões de segundos”. Mas usar a Hadoop é mais barato que Greenplum.
O que promete a Hadoop 2.0
A Hadoop 1.0 foi lançada no final de 2011, com tecnologia de autenticação forte via Kerberos e suporte para bases de dados HBase. A versão também impede os usuários individuais de derrubarem clusters, usando restrições sobre a MapReduce.
Mas uma nova versão está no horizonte. A plataforma entrou em fase alfa no início deste ano “e terá a camada de MapReduce recodificada de extremo a extremo, além de uma reescrita completa de toda a lógica de armazenamento e da camada de HDFS “.
A Hadoop 2.0 estará focada na escala e inovação, baseada na Yarn (próxima geração da MapReduce) e em recursos de federação. A Yarn permitirá aos usuários adicionar os seus próprios modelos de computação para não ficarem presos à MapReduce.
As adoções previstas incluem aplicações de tempo real e algoritmos de aprendizagem artificial, além das operações de armazenamento com capacidade de expansão.
Capacidades de funcionamento o tempo todo da versão 2.0 deverão permitir a constituição de clusters sem tempo de inatividade. A versão prevê também o armazenamento escalável. A Hadoop 2.0 estará disponível dentro de um ano.
Tuesday, June 12, 2012
Descomplicando a Área de Infraestrtura
A gestão de infraestrutura de Tecnologia da Informação sempre foi uma coisa complicada. E, parecia que quanto mais complicado, melhor. Isto porque os gestores de TI eram obrigados a entender de tudo, escolher as melhores alternativas, e gastar milhões em equipamentos e softwares.
Com o advento do Cloud Computing os executivos estão cadas vez mais se tornando gestores de contratos e da qualidade dos serviços prestados do que tomando decisões sobre a aquisição dos melhores equipamentos e tecnologias.
Com o Cloud Computing, a atividade de TI está ficando transparente, não importa o equipamento que o provedor está utilizando, o que interessa é o desempenho e a qualidade do serviço contratado. A escolha dos equipamentos e soluções de software que suportam os sistemas dos clientes passou a ser uma escolha dos provedores de Cloud.
Os novos produtos de infraestrutura para suportar o Cloud Computing também tendem a ficarem mais simples. Com os sistemas rodando em ambiente centralizado, é necessário escolher corretamente os produtos que permitem o acesso aos aplicativos e aos dados.
As empresas com diversas filiais tendem a se beneficiar de forma mais rápida pelo uso de um ambiente de Cloud. Conseguem um ambiente centralizado com boa qualidade a um custo bastante atrativo.
Um dos produtos que mais se adequou às demandas do ambiente de Cloud foram os softwares de virtualização. Eles representam o típico produto de Cloud que permite desempenho com qualidade, com baixos custos de infraestrutura.
Obviamente que no nosso Brasil amado, ainda temos questões relativas a qualidade x preço dos produtos oferecidos pelas empresas de TELECOM. Nas principais capitais já temos diversas ofertas a preços competitivos.
Com o advento do Cloud Computing os executivos estão cadas vez mais se tornando gestores de contratos e da qualidade dos serviços prestados do que tomando decisões sobre a aquisição dos melhores equipamentos e tecnologias.
Com o Cloud Computing, a atividade de TI está ficando transparente, não importa o equipamento que o provedor está utilizando, o que interessa é o desempenho e a qualidade do serviço contratado. A escolha dos equipamentos e soluções de software que suportam os sistemas dos clientes passou a ser uma escolha dos provedores de Cloud.
Os novos produtos de infraestrutura para suportar o Cloud Computing também tendem a ficarem mais simples. Com os sistemas rodando em ambiente centralizado, é necessário escolher corretamente os produtos que permitem o acesso aos aplicativos e aos dados.
As empresas com diversas filiais tendem a se beneficiar de forma mais rápida pelo uso de um ambiente de Cloud. Conseguem um ambiente centralizado com boa qualidade a um custo bastante atrativo.
Um dos produtos que mais se adequou às demandas do ambiente de Cloud foram os softwares de virtualização. Eles representam o típico produto de Cloud que permite desempenho com qualidade, com baixos custos de infraestrutura.
Obviamente que no nosso Brasil amado, ainda temos questões relativas a qualidade x preço dos produtos oferecidos pelas empresas de TELECOM. Nas principais capitais já temos diversas ofertas a preços competitivos.
Friday, October 22, 2010
Cloud Computing, uma visão !
Cloud Computing
Nomes novos para velhos conhecidos, se podemos chamar de velho algo relacionado a internet.
Existe na verdade um novo paradigma e vou tentar comentar este paradigma.
O termo CLOUD (nuvem), surge como uma metáfora para a internet baseado no desenho que no passado representava a rede telefônica e que posteriormente foi usado para descrever a Internet em diagramas de rede.
Nomes novos para velhos conhecidos, se podemos chamar de velho algo relacionado a internet.
Existe na verdade um novo paradigma e vou tentar comentar este paradigma.
O termo CLOUD (nuvem), surge como uma metáfora para a internet baseado no desenho que no passado representava a rede telefônica e que posteriormente foi usado para descrever a Internet em diagramas de rede.
CLOUD COMPUTING é basicamente o uso de serviços disponiveis através da internet, no qual recursos compartilhados, software e informações são fornecidas para computadores/usuários remotos sob demanda, como a energia elétrica.
Na sequência das mudanças dos mainframes na década de 80 para a arquitetura cliente / servidor, o usuário deixa de ter necessidade de ser um especialista em computação para ter acesso as informações e muito menos ser um especialista em infraestrutura para usufruir de sistemas estruturados de gestão.
Na sequência das mudanças dos mainframes na década de 80 para a arquitetura cliente / servidor, o usuário deixa de ter necessidade de ser um especialista em computação para ter acesso as informações e muito menos ser um especialista em infraestrutura para usufruir de sistemas estruturados de gestão.
Com evolução do processo e o advento da internet inicia-se a computação na nuvem, que inicia oferecendo serviços como o HOTMAIL e tem inicio o consumo de serviços baseado no modelo de prestação de serviços de TI apoiado na internet.
Frequentemente serviços baseados na nuvem, oferecem ferramentas ou aplicativos que os usuários podem acessar e utilizar através de um navegador WEB como se fosse um programa instalado localmente no seu próprio computador.
O CLOUD COMPUTING, presume a otimização do uso de recursos compartilhados, normalmente virtualizados, aonde o ponto central são os servidores que suportam a solução. Mas mesmo este ponto sendo central e utilizar recursos compartilhados, um dos elementos chave do CLOUD COMPUTING é a personalização e a criação de experiência única para o usuário.
Atualmente os principais fornecedores de serviços baseados em CLOUD COMPUTING, são SALESFORCE, AMAZON, GOOGLE e MICROSOFT.
O custo do serviço prestado, na maioria dos casos é calculado pelo uso, ou seja, paga-se apenas pelo que se usa e não por uma infraestrutura que esta disponível para uso.
Frequentemente serviços baseados na nuvem, oferecem ferramentas ou aplicativos que os usuários podem acessar e utilizar através de um navegador WEB como se fosse um programa instalado localmente no seu próprio computador.
O CLOUD COMPUTING, presume a otimização do uso de recursos compartilhados, normalmente virtualizados, aonde o ponto central são os servidores que suportam a solução. Mas mesmo este ponto sendo central e utilizar recursos compartilhados, um dos elementos chave do CLOUD COMPUTING é a personalização e a criação de experiência única para o usuário.
Atualmente os principais fornecedores de serviços baseados em CLOUD COMPUTING, são SALESFORCE, AMAZON, GOOGLE e MICROSOFT.
O custo do serviço prestado, na maioria dos casos é calculado pelo uso, ou seja, paga-se apenas pelo que se usa e não por uma infraestrutura que esta disponível para uso.
Thursday, May 27, 2010
Cloud Computing, mais uma moda ou como obter resultados através da Web 2.0 ?
Assisti uma palestra pela Internet aonde o Steve Ballmer, CEO da Microsoft, vê a nuvem como uma das maiores oportunidades em décadas para o mercado de tecnologia e para a Microsoft. Ballmer identifica cinco dimensões principais da nuvem e mostra como elas podem nos ajudar. Segundo Steve a nuvem está redefinindo nosso ambiente (Fonte: http://www.microsoft.com/brasil/cloud/).
O conceito de Computação na Nuvem (em inglês, Cloud Computing) refere-se à utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da internet, seguindo o princípio da computação em grid. O armazenamento de dados é feito em servidores que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas, serviços ou de armazenar dados localmente. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da Internet - daí a alusão à nuvem. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Computação_em_nuvem)
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