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Monday, May 28, 2012

Ameaças para dispositivos móveis aumentam 1.200%, diz McAfee


O número de ameaças para dispositivos móveis decolou no primeiro trimestre e chegou a 8 mil, segundo o relatório da McAfee. O aumento de 1.200% em relação ao mesmo período do ano passado teve influência significativa de aparelhos com o sistema operacional Android, do Google, responsáveis por 7 mil deles.

De acordo com a empresa de segurança, os dados podem ter sido afetados também pela maior capacidade de medir as vulnerabilidades em smartphones, mas isso não anula a elevação massiva dessa tendência. Curiosamente, o Symbian aparece em segunda colocação entre os sistemas operacionais mais atacados - ele ainda é forte entre smartphones de entrada da Nokia, principalmente em mercados emergentes como Índia e Brasil. O relatório aponta a China e a Rússia como as principais localidades dos servidores responsáveis por disparar os ataques.

Em relação aos PCs, o nível de crescimento de malwares se establizou e a empresa de segurança coletou 75 mil amostras no período. O destaque ficou pelo aumento consistente nas ameaças para Mac, depois de uma alta elevada registrada no meio do ano passado. O número ainda é muito inferior quando comparado aos ataques ao Windows - foram detectadas quase 300 ameaças para computadores da Apple.

A respeito dos ataques na internet, o último trimestre foi marcado por 9,3 mil novos sites maliciosos. Quando somados a spams esse número se eleva para 11 mil. A McAfee ressalta que, mesmo com tendência de queda para o número de URLs maliciosas, o número de pessoas afetadas por essa ameaça vem crescendo, devido ao maior descuido ao utilizar a internet.


Fonte: TI Inside

Sunday, May 22, 2011

Indústria trabalha no desenvolvimento de fibras ópticas de nova geração

A invenção da fibra óptica pelo físico indiano Narinder Singh Kapany, na década de 50, e o aprimoramento da tecnologia nos anos 70, quando a Corning reduziu em quase 10 mil vezes a taxa de atenuação da potência, viabilizando desta forma o sistema para a transmissão de dados em longas distâncias, são considerados os dois divisores de águas da indústria mundial de fibras ópticas.

Segundo o cientista norte-americano Peter Schultz, a indústria caminha para que a tecnologia óptica dê mais um importante passo evolutivo a fim de atender as crescentes necessidades por capacidade de transmissão nos próximos 20 anos. Esse upgrade ampliaria em dez vezes a capacidade dos atuais sistemas de 100 Gbps, ou seja, para a casa dos terabits. “Alguns fabricantes, como a Furukawa, Alcatel-Lucent e Corning, estão desenvolvendo em laboratório uma nova geração de fibras ópticas”, revelou o cientista, que é um dos integrantes da equipe da Corning que aprimorou a fibra óptica na década de 70.

Segundo ele, há três ideias atualmente em desenvolvimento para aplicação em grandes links de transmissão, como cabos submarinos e backbones. A primeira é de uma fibra óptica com múltiplos núcleos (atualmente cada fibra possui apenas um núcleo) sem o aumento do diâmetro atual da capa externa do cabo, de 125 micron. “Uma fibra com dez núcleos teria capacidade de transmissão dez vezes maior do que uma fibra mononúcleo”, explica. A segunda possibilidade é a de utilização de múltiplos modos de transmissão. “Pode-se integrar, neste caso, até 100 modos de luz (lambdas) em uma única fibra”, diz. A outra ideia é a mais inusitada, que é a de substituir o vidro por ar no núcleo da fibra. “Esse núcleo seria como uma colmeia, com vários feixes de ar. Cada feixe de ar transmitiria um lambda”, diz.

Apesar de futuristas, os primeiros testes dessas tecnologias já começam a ser realizados, porém o cientista não acredita na utilização em larga escala dessa nova geração de fibras ópticas em menos de 20 anos.

Laser

Schultz comentou também a respeito das novas fibras a laser, em desenvolvimento, que devem ser utilizadas não só em telecomunicações, mas também em telemedicina e na indústria automobilística. Além de ampliar a capacidade de transmissão, essa nova tecnologia reduz o custo consideravelmente operacional, pois requer menor potência e menos manutenção, além de contar com um design simplificado.

Há dois laboratórios desenvolvendo as fibras a laser, o SPI Laser, no Reino Unido, e o IPG, nos Estados Unidos.

O cientista é membro do Conselho da Optical Fiber System (OFS), da Furukawa, e esteve presente na convenção que a empresa realiza com seus parceiros comerciais na Ilha de Comandatuba, Bahia.


Monday, March 21, 2011

MVNO - Operador Móvel Virtual, você será um ?

Desde o dia 18 de Novembro de 2010 a Anatel deliberou a entrada das operadoras móveis virtuais no Brasil. A Porto Seguro Telecomunicações foi a primeira a oferecer os serviços de telefonia móvel a clientes e corretores da seguradora.


As operadoras móveis virtuais, ou Mobile Virtual Network Operator (MVNO), são novidade para o mercado de Telecom e abrem a perspectiva para as grandes empresas para oferecer um novo serviço com a perspectiva de geração de novas receitas e fidelização dos clientes.

A operadora virtual fica responsável pela operação, gestão de tráfego, emissão de contas, atendimento a clientes e acordos de interconexões.

Para a oferta dos serviços da Porto Seguro Telecom serão utilizadas as redes da TIM e da DATORA Telecom.


O Banco do Brasil avalia a possibilidade de atuar como MVNO, com a sua marca. O interesse do banco é disponibilizar mais um canal de comunicação por meio do qual os clientes possam realizar transações bancárias. 
A MVNO para o banco do Brasil só faz sentido se for fortemente baseada e dados em função da conectividade para a operação do banco.

Friday, January 21, 2011

"O Skype está matando vocês", diz editor da Wired às teles

O diretor da Campus Party dos Estados Unidos e editor da revista norte-americana Wired no Reino Unido, Ben Hammersley, um dos principais convidados da Campus Party São Paulo, resolveu mandar um duro recado às teles em uma das mesas redondas promovidas pela Telefônica no evento nesta quinta-feira, 20. Diante do diretor da Telefônica Empresas, Vladmir Barbieri, e de Leila Lória, diretora de Relações Institucionais e Desenvolvimento de Negócios, o especialista advertiu: “O Skype está matando vocês”, se referindo à Telefônica e a todas as outras operadoras de telecom.

Recente estudo, divulgado pela TeleGeography e publicado no início deste ano, apontou que a utilização do Skype continua crescendo e está paulatinamente substituindo as ligações internacionais. Segundo a pesquisa, o tráfego do Skype deve sair dos 102,5 bilhões de minutos de 2010 para mais do que o dobro do volume de todas as operadoras do mundo unidas em 2011. Em 2009, o Skype ultrapassou pela primeira vez o número de ligações de longa distância. Atualmente, uma em cada cinco chamadas de voz são realizadas via Skype. Em 2010, o tráfego de ligações locais cresceu 4%, para um total de 413 bilhões de minutos, inferior ao crescimento de 5% de 2009 e à média de 15% anuais das décadas anteriores.

Pequenas e eficientes

Hammersley acredita que o melhor desempenho das empresas de comunicação digitais, como o Skype, se dá por conta da cultura da inovação, impregnada em todos os seus colaboradores. “As grandes operadoras acham que a inovação deve fazer parte somente de 5% dos seus funcionários. A verdade é que todos devem pensar em inovação, das áreas de empacotamento e logística até o desenvolvimento dos produtos e serviços”, explica. Para ele, pelo fato de serem pequenas, as pontocom precisam ser mais enxutas e ágeis, com empregados que valem por cem funcionários das grandes empresas. “Nessas pequenas companhias, 99% dos colaboradores são engenheiros. Já as grandes empresas gostam de contratar gerentes, que contratam mais gerentes e inventam muitos processos. Esses processos muitas vezes matam a inovação”, acrescenta.

Barbieri, da Telefônica Empresas, discorda. Ele diz que não é tão simples assim investir em processos inovadores em grandes companhias, e defende o caminho das parcerias com as empresas pontocom.

Abaixo o marketing

Hammersley aproveitou a ocasião para fazer outra pesada crítica às operadoras: “O marketing morreu. As empresas, principalmente as de telecom, gastam milhões para tentar fazer algo ruim aparentar ser bom. Não adianta mais, é melhor gastar essa verba com inovação, pois as pessoas vão pesquisar no Google e descobrir a verdade sobre um determinado serviço”, diz. “A única forma de ter boa reputação hoje em dia é oferecendo bons produtos e boa relação com o cliente”, adverte.

Leila Lória considera o discurso de Hammersley um pouco radical. “O marketing não morreu, o que acontece é que estamos vivendo um novo marketing, não é mais aquele que envolve cifras milionárias para compra de espaços publicitários na televisão, mas sim em traduzir um maior relacionamento com os assinantes”, opina.



Fonte: TI Inside                                                                                                                                           

Thursday, November 25, 2010

O 4G está chegando!

Há pouco mais de 3 anos, o celular de terceira geração era novidade por aqui. Hoje, com o 3G praticamente consolidado no Brasil, as operadoras móveis se preparam para avançar. O 4G vem aí. Mas, a coisa não é tão simples assim. O que se chama hoje de 4G tem, na verdade, duas tecnologias, uma chamada LTE – Long Term Evolution – e outra, chamada WiMax.
Mas a disputa entre as duas frentes é grande para ver quem vai dominar este mercado. Tecnologicamente, LTE e WiMax são parecidas; ambas partem da idéia de trafegar dados e informações através de endereços IP – que são os números que identificam computadores ou outros dispositivos conectados à Internet. A grande diferença é que o LTE é basicamente uma evolução natural dos padrões 3G atuais – desenvolvidos desde o início para a comunicação móvel.
Siglas à parte, o que o 4G mudaria nas nossas vidas?!... Acredite... muita coisa! Serviços que hoje só existem na banda larga fixa, como transmissões digitais em alta definição, vídeo chamadas.... E olha que falando de Brasil, a gente sabe que nem toda banda larga por aqui consegue fazer isso tudo.... Voltanto às promessas do 4G, a ideia é que, pelo celular, estaremos conectados o tempo todo em altíssima velocidade e em qualquer lugar.
De acordo com os órgãos reguladores, celular 4G tem de oferecer conexão estável de, no mínimo, 100 megabits de velocidade. Ou seja, estamos falando de quase 100 vezes a velocidade que o 3G promete hoje em dia.
De olho na Copa do Mundo de 2014, a ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações – planeja leiloar licenças do 4G já a partir do próximo ano.
No Leste Europeu e alguns outros pontos do mundo, seja com LTE ou WiMax, o 4G já é realidade. E está avançando a passos largos. Aqui no Brasil devemos esperar uns dois anos mais para experimentar a novidade...
No papel, tudo certo, resta saber se, quando o 4G chegar, as operadoras nacionais vão mesmo oferecer velocidades tão altas quanto as prometidas. Afinal, quem depende da conexão 3G atual sabe que a propaganda diz uma coisa e a realidade confirma outra... Se você quiser conhecer a fundo as tecnologias LTE e Wimax,  confira outros vídeos e reportagens que estão à sua espera aqui no site. Aproveite!