Tuesday, April 29, 2014

Propaganda Enganosa na Saúde

Escrito por Claudio Balduíno Souto Franzen*

Os números estão no orçamento do Ministério da Saúde que não esconde sua política de sucateamento da rede pública brasileira. Nesta lógica perversa, onde se procurou transformar o médico que atua no SUS em bode expiatório da crise da assistência, fica clara a preferência por projetos que primam pela mídia, mas estão longe de melhorar a vida da população.
Todos conhecem a realidade dos hospitais públicos sucateados. Apesar de milionárias campanhas publicitárias, com a presença de atores famosos, verifica-se que a precariedade na saúde persiste. A última pérola reluz bem perto atingiu o bolso dos hospitais federais, reconhecidamente sempre no vermelho.
Em 2014, até o momento, o somatório dos gastos do Ministério da Saúde com toda a rede de hospitais federais do país chega a R$ 300 milhões. Enquanto isso, R$ 560 milhões foram repassados para a OPAS pagar a vinda de intercambistas dentro do Programa Mais Médicos.
Só que a tão decantada vinda de intercambistas cubanos não mudou em nada o quadro atual da assistência à população, com a superlotação das urgências e emergências, a falta de leitos para internação e a fila de espera por cirurgias, além de outras mazelas. 
Por outro lado, a tabela de honorários, que remunera atos médicos e despesas hospitalares, se encontra congelada desde 1995, tornando inviável o atendimento à população.
Trata-se de um quadro que penaliza o paciente brasileiro e só traz vantagens para Cuba, que, assim, leva o dinheiro do contribuinte nacional para sanear suas contas. Como se observa a saúde não é mesmo prioridade para a gestão federal, em que pese sua propaganda enganosa.
 
 
* É conselheiro federal representante do Rio Grande do Sul no Conselho Federal de Medicina (CFM). 

Thursday, January 30, 2014

Implantação de ERP Hospitalar em Tempo Recorde

Não é de hoje que as empresas brasileiras buscam a modernização da Gestão através da utilização de Sistemas Integrados de Gestão (ERP).

Com processos integrados, aonde a entrada das informações é feita sempre de forma complementar, fazendo com que não exista o re-trabalho, os Sistemas Integrados são os astros dos diversos segmentos produtivos no Mundo.

Nomes como SAP, ORACLE e a brasileira TOTVS são referências mundiais quando tratamos de algumas áreas, como Manufatura, Petroquímica, Serviços, Projetos. 

Mas a área de Saúde no Brasil tem na MV a empresa que é a Líder de mercado e referência no segmento.

A Saúde já é a algum tempo a bola da vez para a modernização da Gestão. É uma das industrias que mais cresce no segmento de ERP.

Para quem tem conhecimento do assunto, sabe que o CUSTO de implantação de um ERP é um dos principais fatores que influenciam no momento de inicio de um destes projetos. Normalmente falamos de projetos com prazos acima de 6 meses para processos de aderência e implantação e que geram um desembolso grande para as empresas.

Os projetos modificam a rotina das empresas, pois presume que será trocado o motor do avião com ele em pleno vôo. Os colaboradores que já atuam, são os mesmos que serão treinados e participarão do novo processo de gestão, que normalmente é implementado junto com o ERP.

Em apenas 3 meses efetuamos a Implantação do ERP da MV em 2 instituições de Saúde de forma simultânea, o Hospital Memorial Guararapes e o Hospital Memorial Jaboatão são localizados em Pernambuco, no município de Jaboatão dos Guararapes.

A parceria com a MV, foi fundamental para o processo, que disponibilizou consultores com grande conhecimento para nos apoiar, mas sem dúvida, a equipe interna de Tecnologia que fez o planejamento e a execução de todos os processos junto com os usuários das 2 unidades foi quem fez acontecer.

Os 2 hospitais já eram usuários de uma versão do ERP da MV, o que facilitou o processo, mas como os sistemas estavam "VELHOS", as diretorias responsáveis decidiram pela implementação do SOUL a nova versão do ERP, com a entrada de todas as informações necessárias. Importamos apenas os pacientes, todo o restante foi entrado e consistido pelos usuários.

O projeto iniciou em Setembro de 2013 e no dia 01 de dezembro de 2013 as duas unidades entraram em produção com todos os módulos que já eram utilizados no sistema anterior.

A equipe de TI, funcionou como catalizador e agente de produtividade para que as atividades dos usuários fossem objetivas e que a validação dos módulos gerasse o menor re-trabalho possível. Com grande conhecimento do Sistema, a equipe de TI, ajudou aos usuários que são os responsáveis pelos processos a atuar de forma eficaz, sem que houvesse perda de tempo.

Conseguimos reduzir os prazos para que os hospitais entrassem em funcionamento pleno na data planejada, como bônus as duas unidades entraram com a utilização PLENA do Prontuário Eletrônico em todas as áreas do Hospital e a automação completa de toda cadeia que evolve o paciente.

 Novos desafios se apresentam para os próximos meses, com a entrega do Sistemas de Gestão Estratégica para as unidades.