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Friday, November 8, 2013

Gastos de TI no Brasil

Os gastos com TI no Brasil deverão alcançar US$ 129,7 bilhões em 2014, com aumento de 3,6% com relação a 2013, cujo total projetado é de US$ 125,2 bilhões. As previsões fazem parte de estudo apresentado durante o simpósio Gartner/ITxpo 2013.
A maior parcela desse montante será destinada aos serviços de Telecom, com investimentos da ordem de US$ 78 milhões em 2014, alta de 1,8% em comparação com os valores estimados em 2013. As aplicações móveis receberão US$ 22,4 bilhões, valor 1,7% maior que o aplicado no ano passado, segundo o levantamento do Gartner. 
Já os serviços de TI atingirão gastos de US$ 21,2 bilhões em 2014, com elevação de 11,2% em relação ao montante desembolsado este ano.  Os gastos com data center devem chegar a US$ 3,2 bilhões em 2014, um aumento de 4,9 % com comparação a 2013. Os investimentos com software totalizarão US$ 5 bilhões em 2014, chegando a 9,2% mais que o destinado este ano.
Os analistas da Gartner afirmam que este é o início de uma nova era na qual todos os orçamentos de outros departamentos de empresa de algum modo incluem gastos com TI, já que cada negócio se tornar líder digital. Esse fenômeno está resultando no início de uma era: a Economia Industrial Digital.
Segundo os executivos do Gartner, “A Economia Industrial Digital será construída sobre as fundações do Nexo de Forças (que inclui confluência e integração de nuvem, colaboração social, informação e mobilidade) e da Internet das Coisas, combinando o mundo físico e o virtual”.
A Internet das Coisas acena com uma receita que pode exceder US$ 309.000.000 mil por ano, até 2020.
Neste cenário da Economia Industrial Digital, de acordo com o Gartner, muitos dos fornecedores de TI que estão no topo hoje, como a Cisco, a Oracle e a Microsoft, podem acabar superados por novas empresas. "Há fornecedores novos que estão aprendendo a conviver com margens menores. Os mais tradicionais terão que lidar com isso", explica Sribar.
Fonte: CIO Executive

Wednesday, April 3, 2013

Ministério da Ciência e Tecnologia investe na Iniciativa Privada

A nova meta do Ministério da Ciência e Tecnologia será incentivar o desenvolvimento tecnológico nas empresas. Apenas a área de tecnologias da informação e comunicações (TICs), uma das prioritárias para o ministério, deve receber investimento de R$ 2,1 bilhão.

O MCTI era voltado especificamente para administrar as universidades e centros de pesquisa, e agora se volta cada vez mais para se tornar um parceiro das empresas, visando incentivar a inovação na iniciativa privada.  No biênio 2012-2013 será de investimento recorde no setor privado.
No último ano R$57 milhões foram destinados às ações do plano TI Maior, um dos carros-chefe da área. Desde que foi lançado no ano passado o Ministério tem recebido um retorno muito bom das empresas, que tem aderido, gerando o desenvolvimento de softwares e serviços de comunicação cada vez mais inovadores e de mais qualidades. A área é estratégica para o país.
Um dos gargalos no setor de tecnologia é a falta de pessoal qualificado. Para tentar solucionar o problema o MCTI está desenvolvendo o Forma Engenharia, programa de estímulo para as universidades da área e para atrair estudantes do ensino médio para o setor. Cerca de 700 projetos e 2,5 milhões de estudantes participam do programa.
O MCTI convocou ainda as empresas a se associarem às universidades, aproveitando a infraestrutura de comunicações que estão sendo instaladas nos campus. A Rede de Comunicação de Dados conectará, em alta velocidade, mais 600 instituições até o fim do ano. Queremos que essas grandes infraestrutura sejam aproveitadas pelas empresas.
Renúncia fiscal
Os investimentos em ciência e tecnologia estão se expandindo para além dos investimentos orçamentários, isso mostra o comprometimento tanto das empresas quanto do governo para a inovação também na iniciativa privada.
Os valores repassados a empresas por meio de renúncia fiscal através da Lei de Informática R$3,8 bilhões, nos quais foram beneficiadas 425 empresas, gerando R$920 milhões em inovação. Já a Lei do Bem gerou renúncia  benefícios para 795, gerando R$6,7 bilhões em desenvolvimento tecnológico  e R$3,8 bilhões de renúncia fiscal.

Wednesday, August 22, 2012

Área de saúde deverá investir em TI mais de US$ 471 mi neste ano no Brasil


Os gastos com TI na área de saúde devem totalizar US$ 471,5 milhões no Brasil neste ano, segundo dados divulgados pela Frost & Sullivan durante o 3º Fórum Saúde Digital, que ocorre nesta quarta-feira, 22, em São Paulo. A projeção da empresa de consultoria e pesquisa é que a cifra salte para US$ 713,9 milhões em 2015, o que, se confirmado, representará um crescimento de 51,4%. Isso fará também com que o país represente 47,1% do mercado latino-americano. O estudo prevê ainda que o Brasil será o sexto maior mercado farmacêutico no mundo em termos de consumo nos próximos três anos.

A análise revela também que o país já representa mais de 40% do mercado de saúde na América Latina, o qual deve registrar uma taxa média de crescimento de 12,2% no período de 2012 a 2015. Como companhias que compõem o setor de saúde, a Frost & Sullivan considera os laboratórios farmacêuticos, empresas de biotecnologia e de equipamentos médicos e cirúrgicos, fornecedores de TI para saúde e empresas de diagnóstico clínico e de imagem.

"O Brasil está à frente de muitas outras regiões no segmento de saúde e na adoção de tecnologia para o setor, o que torna o país um ‘hub’ no setor de saúde regional", ressalta Izabela Januário, analista de mercado da Frost & Sullivan.

Entre as principais tendências em TI na área de saúde, o estudo destaca a computação em nuvem, mobilidade e big data. Segundo a consultoria, 46% das empresas entrevistadas para o levantamento de 2010, não apenas do segmento da saúde, não possuíam soluções em nuvem, o que passou a ser uma realidade neste ano, quando o índice caiu para 34%. Além disso, 66% das empresas disseram que pretendem adotar soluções em nuvem ou, aquelas que já utilizam algum tipo de aplicação de cloud computing, expandir o uso.

Em relação à adoção de dispositivos móveis, o uso de smartphones passará de 9,8 milhões de unidades, no ano passado, para 46,6 milhões em 2020, enquanto a utilização de tablets saltará de 389 mil para 14,6 milhões no mesmo período. O estudo estima que 85% das empresas farmacêuticas utilizem tablets como ferramenta promocional já no ano que vem.

Investimentos e barreiras
Os investimentos em TI na saúde chegaram a representar 3,2% do faturamento da indústria do setor em 2011, índice que deve crescer para 4% neste ano. Apesar das tendências destacadas, os gastos das empresas de saúde em TI foram direcionados, em sua maioria, a aquisição de hardware.

Segundo Izabela Januário, ainda há uma carência de software qualificados para compor as soluções para o setor, aplicativos voltados ao mercado local e um modelo de negócio definido, principalmente no que se refere à área de mobilidade. "É preciso também prover soluções eficientes, a um preço competitivo, para que haja um retorno sobre o investimento."

Para a analista, falta também infraestrutura de internet e telefonia de qualidade para atenderem a demanda de dispositivos conectados e possibilitarem a comunicação e o atendimento mais qualificado nas redes de saúde. "Outra barreira está no custo elevado das soluções de TI e a falta de conhecimento sobre o retorno sobre investimento, o que faz com que empresas de pequeno e médio porte da área de saúde deixem de adotar determinadas soluções de tecnológicas", ressalta Izabela.

Fonte: TI Inside

Tuesday, September 14, 2010

Gasto mundial com TI deve aumentar só 1,1% neste ano

Investir em TI, mais do que uma necessidade faz parte da estratégia de sobrevivência das empresas. Atualmente é impossível crer que uma empresa consiga administrar um crescimento sustentado, sem que seja apoiado fortemente em TI.

Os orçamentos para tecnologia da informação devem apresentar uma ligeira recuperação em todo o mundo neste ano. De acordo com levantamento do Gartner, os gastos das empresas com TI crescerão 1,1% em relação ao ano passado, quanto o corte atingiu 8,1% em decorrência da crise financeira mundial.

A recuperação, porém, segundo a consultoria, não virá acompanhada de um aumento da representatividade da área de TI dentro das empresas. O diretor de pesquisas do Gartner, Mark McDonald, diz que, à medida que os investimentos de capital (Capex) aumentarem 3% neste ano, o corte das despesas operacionais (Opex) deve aumentar 1,3%, em média, em relação à redução registrada no ano passado.

Segundo o analista, as empresas reconhecem que precisam investir em infraestrutura de TI, mas não querem aumentar os custos, então sacrificam o orçamento destinado à área operacional. McDonald avalia que o aumento dos gastos com TI nas grandes corporações não implicará, diretamente, em mais injeção de recursos. Ele acredita que as grandes empresas irão redirecionar a verba para investir em infraestrutura de TI. As empresas menores, segundo McDonald, são as que expandirão o parque de TI proporcionalmente a outras operações.

Para a pesquisa, o Gartner ouviu 1,6 mil CIOs dos principais mercados de TI do mundo, entre janeiro e agosto deste ano.



Fonte: TI Inside

Wednesday, June 30, 2010

Investimentos em inovação atingem R$ 10 bilhões em 2009

Os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação devem bater novo recorde. Dados parciais da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), apontam que a cifra atingirá a casa ds R$ 10 bilhões em 2009, proveniente de 800 empresas que aderiram à Lei do Bem no ano passado. Segundo o MCT, o resultado é 23,4% superior aos R$ 8,1 bilhões registrados em 2008, que foram aplicados em processos inovativos por 460 empresas que até então haviam aderido à Lei do Bem.
A previsão relativa a 2009 está baseada nas primeiras informações repassadas pelas empresas à Setec. O prazo para enviar os dados ao departamento encerra no fim de julho, mas na avaliação do secretário Ronaldo Mota já é possível dizer que a crise financeira mundial teve pouco reflexo no sentido de estancar a trajetória da inovação no país.
"Tudo indica que as empresas brasileiras reagiram positivamente à crise, aumentando o seu nível de investimento, especialmente em inovação. Podemos imaginar esses números, com uma boa margem de acerto. Isso é significativo, algo da ordem de 0,30% do Produto Interno Bruto (PIB)", calcula ele.
 
Fonte: TI INSIDE